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<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0"><channel><atom:link rel="hub" href="http://tumblr.superfeedr.com/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"/><description>Quem quis, sempre pôde. Camões</description><title>pemmer</title><generator>Tumblr (3.0; @ritasomething)</generator><link>http://ritasomething.tumblr.com/</link><item><title>Photo</title><description>&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/tumblr_ma3qfiD7Fy1qgps7xo1_500.png"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description><link>http://ritasomething.tumblr.com/post/31534506277</link><guid>http://ritasomething.tumblr.com/post/31534506277</guid><pubDate>Fri, 14 Sep 2012 20:17:43 +0100</pubDate></item><item><title>Let Them</title><description>&lt;p&gt;Alturas como esta em que devia estar ocupada com obrigações de estudante e, no entanto, estou distraída com tantas outras coisas. Quando vejo imagens de crianças que sofrem, que carecem de tudo a que têm direito, não consigo ficar imune. É tão difícil fazer a diferença para todas essas crianças de uma só vez, mas é o que mais gostava! Apesar disso, admiro de uma tamanha forma as pessoas que dispensam de uns minutos, umas horas do seu dia para dedicar o seu tempo e carinho a essas outras pessoas que precisam de ajuda. O que mais me motivou a escrever isto foi o facto de ter visto no site oficial da celebridade Kourtney Kardashian um &lt;em&gt;post&lt;/em&gt; intitulado de “&lt;a href="http://officialkourtneyk.celebuzz.com/2012/05/childrens-hospital-with-mom/" title="Childrens Hospital With Mom" target="_blank"&gt;Children’s Hospital With Mom&lt;/a&gt;”, e ao abri-lo, vejo uma imagem que me emocionou de certa forma. Não a consigo descrever aqui, muito motivado pela impossibilidade de imaginar uma coisa com tanto impacto sem a ver e senti-la com a mesma intensidade… Vejam por vocês mesmos. Certamente que há imagens mais impressionantes, há, decerto! Conquanto foi esta que eu vi e foi esta que me trouxe uma série de emoções e lágrimas aos olhos. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pessoas cuja vida é demasiado ocupada para terem cinco minutos para elas próprias, que têm uma riqueza monetária grandiosa, mas que dispensam do seu tempo para ajudar os outros, é admirável. Digam o que disserem, não as podem criticar. Não lhes podem apontar à cara que o fazem por publicidade, para manter uma opinião pública deles coesa e positiva. Porque se têm a capacidade para tal, para prestar ajuda, então fazem-no! Se há pessoas que o podem fazer são essas mesmo, as que possuem recursos para tal. Mas não é isso o mais admirável. O que mais me alegra é saber que essas figuras públicas não dispensaram apenas o seu dinheiro e a sua presença, mas também o seu carinho e a sua atenção! Não é só o dinheiro que conta, está claro, apesar de ser uma grande ajuda para quem precisa dele, mas também o afecto e o amor! &lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ritasomething.tumblr.com/post/23700510763</link><guid>http://ritasomething.tumblr.com/post/23700510763</guid><pubDate>Fri, 25 May 2012 00:51:56 +0100</pubDate></item><item><title>"A única coisa que eu te quero dar é tudo."</title><description>“A única coisa que eu te quero dar é tudo.”</description><link>http://ritasomething.tumblr.com/post/21671904729</link><guid>http://ritasomething.tumblr.com/post/21671904729</guid><pubDate>Mon, 23 Apr 2012 23:18:05 +0100</pubDate></item><item><title>Um Dia Isto Tinha Que Acontecer, por Mia Couto</title><description>&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Existe mais do que uma! Certamente!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes as agruras da vida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar com frustrações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo. Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância e na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos) vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós 1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos&amp;#8230;), mas também lhes deram uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos locais de diversão, cartas de condução e 1.º automóvel, depósitos de combustível cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse. Mesmo quando as expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego, &amp;#8230; A vaquinha emagreceu, feneceu, secou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi então que os pais ficaram à rasca.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem Pavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e discotecas onde não se entra à borla nem se consome fiado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa de aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a pais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água e da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade, nem dos qualquercoisaphones ou pads, sempre de última geração.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter de dizer &amp;#8220;não&amp;#8221;. É um &amp;#8220;não&amp;#8221; que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas, porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem, querem o que já ninguém lhes pode dar!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo menos duas décadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade operacional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o desespero alheio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade e inteligência nesta geração?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os jovens que detêm estas capacidades-características não encaixam no retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e nem são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como todos nós).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados académicos, porque, que inveja! que chatice!, são betinhos, cromos que só estorvam os outros (como se viu no último Prós e Contras) e, oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a subir na vida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares a que alguns acham ter direito e que pelos vistos - e a acreditar no que ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta, imerecida e indevidamente?!!!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Novos e velhos, todos estamos à rasca.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme convicção de que a culpa não é deles.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Haverá mais triste prova do nosso falhanço?&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;por &lt;strong&gt;MIA COUTO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://ritasomething.tumblr.com/post/21046741744</link><guid>http://ritasomething.tumblr.com/post/21046741744</guid><pubDate>Fri, 13 Apr 2012 23:38:00 +0100</pubDate></item><item><title>"You only live once, but if you do the right thing, once is enough."</title><description>“You only live once, but if you do the right thing, once is enough.”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; - &lt;em&gt;Mae West&lt;/em&gt;</description><link>http://ritasomething.tumblr.com/post/20798629942</link><guid>http://ritasomething.tumblr.com/post/20798629942</guid><pubDate>Mon, 09 Apr 2012 22:14:07 +0100</pubDate></item><item><title>“They say a lot of women would like to see me naked, but...</title><description>&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/tumblr_m264ucjeAD1rt3eb8o1_400.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;“&lt;span class="body"&gt;They say a lot of women would like to see me naked, but there’s not a lens long enough for that.” Andy Garcia&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ritasomething.tumblr.com/post/20718040153</link><guid>http://ritasomething.tumblr.com/post/20718040153</guid><pubDate>Sun, 08 Apr 2012 17:08:00 +0100</pubDate></item><item><title>"saudades de mim"</title><description>“saudades de mim”</description><link>http://ritasomething.tumblr.com/post/20596541698</link><guid>http://ritasomething.tumblr.com/post/20596541698</guid><pubDate>Fri, 06 Apr 2012 18:08:26 +0100</pubDate></item><item><title>An Inconvenient Truth</title><description>&lt;p&gt;Yes, I&amp;#8217;m watching that movie right now, and every time I watch it seems astonishing over and over again! People haven&amp;#8217;t really realized the impact of global warming, and honestly the whole point of this movie goes a little beyond explaining that scientific phenomenon. Al Gore is actually reaching for people&amp;#8217;s attention, for people&amp;#8217;s conscience to comprehend something incredibly big, world-scale big, and translate it into actions. The fear of leaving our acomodating habits is of such dimension, that we feel intimidated to do something for the greater good, for something bigger than ourselves. That&amp;#8217;s the real problem. Humans.&lt;/p&gt;</description><link>http://ritasomething.tumblr.com/post/20433088191</link><guid>http://ritasomething.tumblr.com/post/20433088191</guid><pubDate>Wed, 04 Apr 2012 00:14:00 +0100</pubDate></item><item><title>"Os candidatos e partidos que esquecem ou suavizam as promessas de ontem constituem uma legião!"</title><description>“Os candidatos e partidos que esquecem ou suavizam as promessas de ontem constituem uma legião!”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; - &lt;em&gt;Jean Baudouin&lt;/em&gt;</description><link>http://ritasomething.tumblr.com/post/20415773393</link><guid>http://ritasomething.tumblr.com/post/20415773393</guid><pubDate>Tue, 03 Apr 2012 18:51:06 +0100</pubDate></item><item><title>1939</title><description>&lt;p&gt;Almas perdidas, esquecidas de quem as lembrou&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sonâmbulas, dormentes, ausentes&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vivas em tempos, amadas, decerto&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Num infinito de nada, choram o fim&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desbotam num mudo mundo, desligado&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Nada lembram. nada temem&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esquecidas de quem as teve&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dançam ao som da marcha&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O fim.&lt;/p&gt;</description><link>http://ritasomething.tumblr.com/post/20415711553</link><guid>http://ritasomething.tumblr.com/post/20415711553</guid><pubDate>Tue, 03 Apr 2012 18:49:35 +0100</pubDate></item><item><title>Ceguera</title><description>&lt;a href="http://caecitas.tumblr.com/"&gt;Ceguera&lt;/a&gt;: &lt;p&gt;Recomendo vivamente. Dos melhores &lt;em&gt;fotoblogs&lt;/em&gt; que já vi por aí!&lt;/p&gt;</description><link>http://ritasomething.tumblr.com/post/20412144518</link><guid>http://ritasomething.tumblr.com/post/20412144518</guid><pubDate>Tue, 03 Apr 2012 17:19:32 +0100</pubDate></item><item><title>fachada</title><description>&lt;p&gt;O que faz de nós pouco interessantes? O que faz de nós descartáveis? Quem nos passa julgamento? É pena a sociedade ter estabelecido um padrão pré-definido por esta altura, muito comum nos dias de hoje. Uma “nova” pseudo-socialite emerge dos berços, mais contemporânea, contudo mais depreciativa, ao que parece.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tudo passa por uma falsa familiaridade com quem se&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;julga&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;socialmente apto, ou pelo contrário, pelo desprezo aos menos “capazes”. Quem é audaz tira as suas próprias conclusões deste emaranhado social, e quem é ainda mais acuidoso saberá infringir-se pelas suas próprias normas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fique transtornado quem quiser, mas é um facto que muito boa gente se encontra em nosso redor disfarçada com uma ténue falsibilidade e ingenuidade da vida, o que é uma pena… Verdadeiros amigos acredito que não os há “aos montes” e há que saber o que se tem, dar-lhes o seu devido valor, preservá-los. Uma relação de fachada é mais bonita no lixo do que à solta por aí.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A vida são dois dias, e num instante damos por nós a viver a vida de um indivíduo triste que inventámos. Perder tempo com o que não passa de uma autêntica imbecilidade é escusado. Ocupem-se com o que vos dá sentido à vida, com o que vos faz feliz. Todos os santos dias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A felicidade recomenda-se.&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://ritasomething.tumblr.com/post/20411996982</link><guid>http://ritasomething.tumblr.com/post/20411996982</guid><pubDate>Tue, 03 Apr 2012 17:15:00 +0100</pubDate></item><item><title>um abraço.</title><description>&lt;p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;E é assim que começamos, aqui reside a &lt;strong&gt;arte&lt;/strong&gt;. A arte própria e a arte alheia. A arte da palavra, a arte da imagem, a arte do som. E porque &lt;em&gt;a arte alcança sempre a finalidade que não tem&lt;/em&gt;, o inesperado será sempre o mais querido.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://ritasomething.tumblr.com/post/20411624372</link><guid>http://ritasomething.tumblr.com/post/20411624372</guid><pubDate>Tue, 03 Apr 2012 17:05:30 +0100</pubDate></item></channel></rss>
